Transformando “Gente Humilde” em Gente Próspera

Porto_Belem
Porto de Belém – PA – Cores do Brasil

A tecnologia digital pode transformar nossa “gente humilde” em gente próspera. Não por um passe de mágica, mas por um passe digital.

Está na hora e virar o jogo. De mudar de atitude. De descobrir que quem pensa como pobre fica pobre.

Precisamos exorcizar nosso complexo de humildade. Xô pobreza.

Agora, diagnosticar o mal é essencial, sendo o primeiro passo para nos libertarmos dele.

Faz parte da visão que temos de nós mesmos: somos um país formado por uma maioria de Gente Humilde. E a esquerda sempre arranjou culpados para explicar uma pobreza que vem da mentalidade do “nós e eles”. Uma mentalidade que a esquerda cultiva e promove, já que vive dos pobres e, por isso, quer que fiquem pobres. Coisa de doido.

O que precisamos esconjurar é nossa passividade. Acabar com a aceitação bovina de que esta realidade seria nosso fardo, ou um inescapável fato da vida. Para a esquerda, como desde o descobrimento, sempre foi assim, sua lógica obtusa explica que os ricos ficaram ricos porque tiraram dos pobres. E sua solução é pregar o ódio. Tirar dos ricos para dar aos pobres.

Mas não seria muito mais fácil fazer os pobres ficarem ricos também?

O problema da esquerda é que ela não sabe como fazer isto.

Ela não entende de prosperidade. A esquerda nada sabe sobre como criar progresso. Tudo o que ela sabe é destruir o que os outros fazem. E como destruir é muito mais fácil do que construir, nesta tarefa ela se esbalda.

Acabar com a pobreza é como acabar com a escuridão: reclamar não adianta, o melhor é acender uma luz.

E também não adianta lamentar com lamentos de poeta. Ninguém lamentou melhor do que Vinicius de Moraes:

Tem certos dias

Em que eu penso em minha gente

E sinto assim

Todo o meu peito se apertar

Porque parece que acontece

De repente

Como um desejo de eu viver sem me notar

Igual a tudo, quando eu passo

Num subúrbio

Eu muito bem, vindo de trem

De algum lugar

Aí me dá uma inveja

Dessa gente

Que vai em frente

Sem nem ter com quem contar

São casas simples

Com cadeiras na calçada

E na fachada, escrito em cima

Que é um lar

Pela varanda, flores tristes

E baldias

Como a alegria que não tem

Onde encostar

E aí me dá uma tristeza

No meu peito

Feito um despeito de eu não ter

Como lutar

E eu não creio

Peço a Deus por minha gente

É gente humilde

Que vontade de chorar

E neste Brasil de gente humilde, doída, sofrida, em que a “alegria não tem onde encostar”, o descalabro cria um cenário de guerra. Nele o cidadão sente no peito…” um despeito de não ter como lutar.”

O lamento é sincero, doído. Mas, para que não seja também improdutivo, é preciso tirar dele a compreensão de suas causas: a pobreza começa na atitude.

Bill Gates diz que: “Você não tem culpa de nascer pobre. Mas se morrer pobre, a culpa é sua”.

O mais triste é que o governo da esquerda, como o do PT, gosta da pobreza. Para o PT a pobreza é linda. É pura. E se não faz mais para acabar com ela é pela simples razão de que, no fundo, não acredita que a pobreza pode acabar. Daí que acreditam que roubar bilhões da Petrobrás e dos cofres públicos, não tem problema. Segundo pensam em seus corações corruptos, mesmo que esse dinheiro fosse empregado nos pobres, eles continuariam exatamente onde estão. Trocariam a TV, comprariam uma máquina de lavar a mais, e pronto.

O discurso, para o governo petista, é isto mesmo: um jeito de ir levando. De ir se elegendo. De ir roubando. Mas a pobreza de hoje, esta sim é herança do PT, que prometeu abundância, mas só entregou carência.

E a pobreza sem esperança é fábrica de desalento. Desalento com inequidade, por sua vez, é fonte de criminalidade. Criminalidade que, aliás, corre solta, que se alastra, que se espalha rompante por todo o país. Que cria uma nação acuada, a cada dia mais assustada. No Brasil, hoje, o crime mora ao lado.

E, no entanto, não é difícil mudar este quadro. Basta transforma esta “gente humilde” em gente próspera.

A resposta está nas tecnologias transformadoras. A mudança vai acontecer quando todos acreditarem que o Brasil tem jeito. E que o jeito, agora, é digital.

Ceska – O digitaleiro


 

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