TRUMP

O TITANIC DO LULA BATEU NO ICEBERG DO TRUMP

PIB do Brasil pode perder até R$ 175 bilhões com tarifa de 50% de Trump

O Lula achava que seu governo era igual ao Titanic: poderoso e inafundável. Só que deu de bater no iceberg do Trump. E agora seu governo está afundando feito tijolo, com o casco todo arregaçado e mais furado que peneira de fubá. Enquanto o povo, coitado, jogado na água, vai ter que se virar e se agarrar onde puder para sair vivo desta.

Mas eis que o bravateiro da caatinga, espalhafatoso como sempre, agora fantasiado de espantalho com aquele chapéu de assustar passarinho, quer sair no braço com o Trump. E, na maior cara dura, quer que o Brasil vá para a briga junto com ele. E se parece pouco, o morubixaba petista quer que o Brasil afunde em seu lugar. Tem cabimento uma coisa destas?

Mas, minha gente, só quem perdeu o juízo pode imaginar que uma confrontação do Brasil com os Estados Unidos tem como terminar bem. E o povo brasileiro não é bobo para cair numa arapuca suicida destas. Convenhamos, comprar a briga do Lula com o Trump significa retroceder 20 anos, jogar no lixo milhões de empregos, perder o segundo mercado das exportações brasileiras e, suprema estultícia, perder a EMBRAER e a citricultura, posto que nenhuma das duas sobreviverá com a taxa de 50%.

O Lula tem o direito de ser beócio, mas não tem o direito de afundar o Brasil. Os brasileiros que se prezam, amam seu país e se recusam a afundar com o Titanic petista certamente vão protestar de todos os modos possíveis contra as trapalhadas do Lula que nos colocaram nesta posição humilhante.

O primeiro passo é nos manifestarmos contra o que está pegando com o Trump: os BRICS e a aloprada criação de uma moeda para concorrer com o dólar. Vamos deixar claro que de bom prá trouxa tem diferença. Vamos dizer ao Trump que temos juízo e não vamos brigar com quem tem dez vezes nosso tamanho. Ainda mais quando não temos nada a ganhar e temos muito a perder. Mãos à obra! Xô Lula!

FÁBULA DA CIGARRA E DO ELEFANTE

UMA FÁBULA RIDÍCULA

Existia uma cigarra barbuda que passava a vida passeando e saracoteando, se achando muito esperta por ter conseguido engambelar o povo formiga de um país que trabalhava dia e noite para conseguir comida e, quando sobrava, pagar as contas, que vinham cada vez mais altas. Um belo dia, o elefante astuto que chefiava um país poderoso, país que a cigarra ofendia dia sim, e outro também, se cansou das futricas mal-educadas da cigarra e seus amigos gafanhotos do BRICS. O elefante, então, sapecou uma alíquota de 50% nos produtos que o país da cigarra exportava para o país poderoso. Aí a cigarra barbuda, vendo que sua malandragem ia pegar mal com as formigas que já trabalhavam cinco meses por ano só para sustentar seu governo perdulário, e que sua conversa mole não colava mais, nem usando seu chapéu de espantalho, resolveu ameaçar o elefante dizendo que ia retaliar com a tal “reciprocidade”. O elefante se enroscou na tromba de tanto rir. Certo, ele respeitava as formigas trabalhadeiras, que eram amigas de seu país, mas aquela cigarra barbuda passava da conta. Seu desplante em subir nas tamancas de sua insignificância e sair vociferando ameaças cheias de bazófia era uma coisa ridícula. O elefante, por seu lado, estava se divertindo muito, mas, pelo sim, pelo não, encheu a tromba d’água e preparou o esguicho. Se aquela cigarra barbuda passasse dos limites ia levar uma esguichada de tromba histórica. Tão potente que ela iria parar do outro lado do mundo, direto nos braços do seu querido Rasputin. E ouviria o elefante dizer: olha aqui, sua cigarra barbuda sem noção, você foi arroz de festa mundo afora, gastou milhões posando de presidente meia boca e rebolando feito porta bandeira da escola de samba do BRICS, pois se descabele agora!